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António Almeida em entrevista ao Jornal Económico

Segunda-feira, Outubro 24, 2022 - 13:25
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Jornal Económico

O Mestrado Integrado em Medicina da Universidade Católica Portuguesa arrancou no ano letivo 2021/22 com apenas 50 vagas disputadas que mobilizaram centenas de interesssados. O processo de seleção incluiu, além das notas do secundário e exames, um teste de competências e oito mini-entrevistas para avaliar a vocação dos jovens, o que é em si mesmo inovador.

O número de vagas mantém-se o mesmo em 2022/23? O número de vagas disponíveis para o Mestrado Integrado em Medicina da Universidade Católica Portuguesa é fixado pela Agência para Avaliação e Acreditação do Ensino Superior. De acordo com as indicações dadas pela referida agência, ao longo dos três primeiros anos do curso iremos progressivamente aumentar o número de vagas, até atingirmos o número máximo por ano, que serão 100 vagas.

Qual foi a procura para este ano letivo comparativamente a 2021/22? No ano letivo 2022/23, o curso de Medicina da UCP teve uma procura semelhante à do ano passado. Cerca de 300 candidatos.

No geral, de onde são os alunos? A grande maioria dos alunos são portugueses de todas as regiões do país.

Há alunos estrangeiros? Quantos? Para o ano letivo em curso, foi admitido um aluno vindo de um país não pertencente à União Europeia e dois alunos refugiados do Afeganistão. Para além destes, admitimos ainda três estudantes nacionais da UE, já residentes em Portugal, e dois estudantes com nacionalidade portuguesa, residentes noutros países até à sua admissão.

A propina mantém-se nos 1.625 euros iniciais ou ajustou à inflação? Para fazer face ao aumento de custos de funcionamento e manutenção da Faculdade de Medicina, houve necessidade de proceder a um aumento de 2% na propina.

Que importância atribui o vosso curso a um sector crítico em Portugal como é a Medicina Geral e Familiar? Os cuidados de saúde primários têm um lugar de grande destaque no currículo do nosso curso. Não só temos estágios que, no total, superam os dois anos nesta especialidade, como em todas as partes do currículo há um enfoque grande em cuidados de saúde primários. Reconhecemos que esta especialidade já tem, e terá cada vez mais, um papel crucial na prevenção de doenças e no acompanhamento de doenças crónicas, cada vez mais prevalentes, com o envelhecimento da população.

A Faculdade de Medicina da UCP envolveu um investimento inicial de 25 milhões de euros. Quem são os doadores/fundadores e a quanto ascende o montante das doações? O investimento foi financiado na totalidade pela UCP. Na fase final, a Faculdade recebeu um donativo da Fidelidade Seguros e outro da Glintt, empresa em Consultoria e Serviços Tecnológicos.

 

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