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Medicina na Católica: “O que nos propomos fazer é dar uma educação de excelência”

Quinta-feira, Outubro 15, 2020 - 14:06
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Renascença Online

O Diretor da nova Faculdade de Medicina da UCP fala das mais valias do novo curso, que será dado em inglês, terá uma vertente “mais prática” do que os tradicionais, e quer marcar a diferença ao nível da formação ética e humana dos futuros médicos. António Almeida espera abrir portas daqui a um ano, e ter os primeiros alunos a estagiar em 2024.

Era um sonho de muitos anos, e vai mesmo concretizar-se: a Universidade Católica vai ser a primeira instituição não estatal a oferecer uma licenciatura em Medicina em Portugal. Depois de ter chumbado a primeira proposta, em 2019, a Agência de Avaliação e Acreditação do Ensino Superior (A3ES) aprovou o novo curso, que vai funcionar nas instalações do Campus da UCP no concelho de Sintra, que vai sofrer obras de reabilitação. Deverá abrir portas com 50 vagas no próximo ano letivo, mas o objetivo é vir a formar 100 alunos por ano.

A Renascença e a agência Ecclesia conversaram com o diretor da Faculdade de Medicina. Médico no Hospital da Luz e no IPO de Lisboa, o hematologista António Almeida acredita que a nova licenciatura vai fazer a diferença a vários níveis, desde logo pelas entidades parceiras que tem (Universidade de Maastricht, na Holanda, e o Grupo Luz Saúde), por ser ministrado em inglês, mas sobretudo pelo currículo, que dá grande atenção às questões da ética e da comunicação e empatia com os doentes.

A quem critica o novo curso lembra que foi aprovado com base numa criteriosa “avaliação técnica”, e diz que não serão mais 100 alunos por ano que irão complicar o acesso ao internato médico.

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