Não faz sentido tratar alguém doente com um tratamento ultrapassado, como não faz sentindo ensinar alunos de medicina com um método ultrapassado.
Assistimos hoje a uma transformação única no ensino. Tardou e o seu ritmo foi assimétrico, mais lento no ensino superior. Até há pouco tempo, as aulas teóricas com centenas de alunos foram o principal método de ensino. Esse é um capítulo que está a terminar, e vai permitir um salto qualitativo há muito esperado. O ensino da Medicina não é exceção.
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