Neste Dia Internacional do ADN, vale a pena recordar este facto. A molécula que celebramos não é apenas uma sequência de letras, é um fio que, quando puxado com paciência e mesmo sem um destino predeterminado, pode conduzir-nos de um borrego ciclope numa encosta de Idaho a um medicamento que salva-vidas humanas.
Todos os anos, a 25 de abril, Portugal celebra a liberdade e o mundo celebra a molécula que tudo mudou: o ADN, cuja estrutura foi revelada em 1953 e sequência humana publicada cinquenta anos mais tarde. Mas o verdadeiro poder do ADN não reside em conhecer a sua estrutura ou em ler o seu código. Reside no que acontece quando seguimos essas letras até lugares inesperados, movidos por nada mais do que a curiosidade e uma pergunta que pede resposta.
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João Raimundo
Investigador do Centro de Investigação Biomédica (CBR) e docente na Faculdade de Medicina da Universidade Católica Portuguesa