Fotografar um sinal, pode vir a bastar para detetar se um sinal na pele apresenta ou não risco de ser cancro.
A análise da fotografia, dos sintomas e das caracterísiticas do paciente é feita por um algoritmo de Inteligência Artificial (IA) que integra a plataforma Dermamatica.
Foi desenvolvida em Portugal pelo iraniano Sam Izadloo, aluno da Faculdade de Medicina da Universidade Católica onde estuda há quatro anos.
“Estava a tirar Medicina na Ucrânia mas depois deu-se a guerra e eu queria continuar os meus estudos e formar-me. (…) Procurei uma universidade em toda a Europa mas havia sempre complicações por causa da guerra, e acabei por descobrir o programa de bolsas na Universidade Católica, candidatei-me e acabei por conseguir entrar”, conta Sam à SIC.
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