Há histórias que nos marcam para sempre. Para Sam Izadloo, estudante de Medicina na Católica Medical School e fundador da Dermamatica, foi a de uma paciente cujo marido reparou numa lesão atrás da orelha que não cicatrizava.
O casal foi ao médico de família, mas ficou com dúvidas sobre como avançar. A demora no encaminhamento para um médico/tratamento atrasou o processo. Quando a paciente chegou finalmente ao dermatologista, a lesão já tinha evoluído e o tratamento acabou por ser muito mais agressivo “do que teria sido necessário”.
Foi a partir desse episódio que o estudante iraniano concluiu que os piores desfechos no cancro da pele não decorrem apenas da biologia da doença, mas também da incerteza clínica, do acesso limitado à especialidade e dos atrasos no encaminhamento. E se fosse possível intervir mais cedo nessa cadeia?Ela não era uma exceção. Estudos mostram que um número significativo de melanomas não é identificado na primeira consulta dos cuidados de saúde primários, sublinha o estudante de medicina.
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