Duas décadas após a sequenciação do primeiro genoma humano, importa reconhecer tanto o alcance como os limites deste conhecimento.
Durante décadas, o ADN foi visto como o “manual de instruções” da vida – um código preciso escrito em quatro letras. Desde a descoberta da estrutura de dupla hélice, em 1953 – assinalada a 25 de abril –, a biologia pareceu reforçar essa ideia: se conseguíssemos ler esse código, conseguiríamos compreender a doença. Em alguns casos, essa promessa cumpriu-se.
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Raquel Oliveira
CBR