Está aberto o período de candidaturas da Católica Medical School, cuja metodologia assenta na resolução prática de problemas desde o primeiro dia.
Com o período de candidaturas ao Mestrado Integrado em Medicina a decorrer até 15 de Junho, a Católica Medical School reforça a aposta num curso que promove a aplicação prática do conhecimento. Através de um modelo pedagógico disruptivo, orientado para Problem-Based Learning (PBL), a expectativa é de que não se transforme apenas o método de estudo, mas a própria percepção que os alunos têm da medicina. Paulo Oom, vice-director da Faculdade, destaca que o PBL “estimula a autonomia e o raciocínio crítico”. Mas não é só isso que distingue o curso – “o ensino em inglês, a língua internacional da medicina, ajuda a preparar os alunos para um contexto global”, acrescenta. Além disso, é um plano de estudos que integra “forma, função e doença”, resume.
Lúcia Nogueira, a frequentar o 3.º ano, e Martim Oliveira, do 5.º ano, são a prova viva de que é uma metodologia que resulta. Lúcia está numa fase crucial de transição para a parte clínica; Martim, da primeira edição do curso, já circula nos corredores do hospital como quem está a um passo de entrar no mercado de trabalho. Ambos concordam num ponto fundamental sobre o que diferencia o curso: o método. E a visão partilhada por Paulo Oom vai ao encontro do que os alunos transmitem, um projecto focado em formar profissionais que "não apenas sabem de medicina, mas também se comportam como profissionais apaixonados". E há ainda uma sensibilidade diferente, implícita quando o vice-director da Católica Medical School descreve os alunos de Medicina da Católica com “elevado sentido ético, responsabilidade social e uma forte proximidade humana com os doentes”.
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