A proteção da saúde é uma das grandes conquistas da democracia, mas continua longe de estar plenamente garantida: listas de espera, falta de médicos de família e desigualdades no acesso expõem as fragilidades de um sistema pressionado.
Estes são temas abordados neste artigo assinado por Mara de Sousa Freitas, Professora Associada da Faculdade de Medicina da Universidade Católica Portuguesa e Diretora do Instituto de Bioética.
"Continuar a trabalhar por mais e melhor saúde é renovar, todos os dias, o compromisso ético de proteger a dignidade humana e assegurar que os direitos humanos encontrem expressão concreta no cuidado, no acesso e na justiça em saúde."
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